Caso Emanuelly: pais acusados de matar filha vão a júri popular em SP

Débora e Phelippe respondem pelos crimes de homicídio, tortura, cárcere privado e fraude processual. A criança morreu em hospital de Sorocaba com sinais de espancamento

atualizado 03/06/2019 13:57

Os pais de Emanuelly vão a júri popular nesta segunda-feira (03/06/2019), no Fórum da cidade de Itapetininga, em São Paulo. Débora Rolim da Silva, de 24 anos, e Phelippe Douglas Alves, de 25, são acusados de espancar a filha de cinco anos em março de 2018.

A garota morreu em um hospital em Sorocaba (SP). Os médicos desconfiaram das causas do óbito. À época, os pais alegaram que a criança havia caído da cama. No entanto, o laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a menina foi agredida várias vezes.

Os investigadores também constataram que Emanuelly morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia cerebral. As agressões duraram quase um mês. Em audiência realizada em junho do ano passado, o pai da menina afirmou que batia na filha como forma de disciplina.

O julgamento desta segunda-feira estava previsto para 9h30, mas começou com quase uma hora de atraso, às 10h25. A sessão é presidida pelo juiz da 2ª Vara Criminal, Alfredo Gehring Cardoso, que deve ouvir 30 testemunhas no decorre do júri.

Débora e Phelippe respondem pelos crimes de homicídio, tortura, cárcere privado e fraude processual. Eles estão no presídio de Tremembé desde março do ano passado.

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