Para a PGR, 300 do Brasil faz atos que violam a Lei de Segurança Nacional

Segundo o órgão, há indícios de que o grupo continua organizando e captando recursos financeiros para ações antidemocráticas

atualizado 15/06/2020 13:47

Ao pedir a prisão temporária da ativista bolsonarista Sara Winter e outros cinco na manhã desta segunda-feira (15/06), o Ministério Público Federal afirmou que o movimento 300 do Brasil organiza atos que violam a Lei de Segurança Nacional. Os mandados de prisão foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o MPF, há indícios de que o grupo continua organizando e captando recursos financeiros para ações que se enquadram na Lei de Segurança Nacional.

Eles são alvo de um inquérito aberto em abril para apurar a organização de atos antidemocráticos.

Segundo o MPF, o objetivo das prisões temporárias é ouvir os investigados e reunir informações de como funciona o esquema criminoso.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirma que “o Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”.

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