Geisy Arruda diz que Bolsonaro quer “matar o povo”: “Não sou alienada”

A empresária teceu fortes críticas ao presidente após ele considerar que academias e salões de beleza fazem parte dos serviços essenciais

atualizado 12/05/2020 11:27

Geisy ArrudaReprodução/Instagram

Geisy Arruda teceu fortes críticas, nesta segunda-feira (11/5), ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O principal alvo da empresária foi a decisão do chefe do Executivo de incluir academias e salões de beleza na lista de serviços essenciais, ou seja, passam a ter permissão para atuar em meio à pandemia do coronavírus.

Arruda compartilhou em seu Twitter uma notícia que trazia seguinte fala de Bolsonaro: “Saúde não é vida? Por que as academias estão fechadas?”. Ela, então, comentou: “Porque lá [nas academias] tem aglomeração, suor, compartilham aparelhos, bebedouro, vestuários, e o contágio do corona seria super rápido. Tô começando achar que esse homem quer matar o povo mesmo. Tipo, que fique só os que tem ‘sorte’ na vida”.

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“E olha que eu como digital influencer dependo da minha estética, eu trabalho com isso. Não vou pra academia agora, porque eu não sou jumenta. Eu adoraria treinar, pq eu tô inchada e já engordei uns 3 kilos nessa quarentena. Porém, eu tenho bom senso e cérebro. Não tô afim de pegar Covid-19 em meio a aparelhos e suor”, finalizou Geisy.

Alguns seguidores, porém, criticaram a empresária por não se posicionar sobre o tema político nas últimas semanas. Ela disparou: “Agora eles me mandam mostrar a bunda com forma de me ofender e diminuir. Como se eu fosse mulher que se cala a boca diante de um Bolsominion!”.

“Eu, como a mina fodona que sou, consigo ter a raba grande e não ser uma alienada, como cidadã e mulher dona da minha vida eu falo o que eu quero. Inclusive de política”, escreveu Geisy no Instagram. “Nunca quis falar de política, votei nulo nos últimos 5 anos, odiava, sempre achei todos corruptos. Agora o bagulho é mais embaixo, morreram 11.500 pessoas e seguimos os passos dos Estados Unidos. Se pronunciar é questão de cidadania, empatia e amor ao próximo”, completou.

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