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Discretamente, Harry e Meghan Markle ingressam na causa contra o racismo

Eles têm feito reuniões com nomes relevantes e líderes comunitários para tratar diversos temas – entre eles, o movimento Black Lives Matter

atualizado 10/06/2020 20:04

Harry e MeghanGetty Images

O príncipe Harry e Meghan Markle estão engajados em diferentes projetos sociais em Los Angeles, onde moram atualmente. Um deles é o movimento Black Lives Matter, que inspirou o casal a apoiar a luta contra o racismo.

Relatos envolvendo o príncipe e a duquesa de Sussex revelaram que eles têm participado de reuniões discretas  com nomes relevantes e líderes comunitários para tratar de questões que envolvem brutalidade policial e protestos contra o racismo. Vale lembrar que Meghan é a primeira pessoa birracial a se casar com um membro sênior da Família Real Britânica na história moderna.

A ex-atriz se pronunciou após o assassinato de George Floyd, de 46 anos, por um policial em Minneapolis, nos EUA. Durante participação de videoconferência com estudantes do ensino médio de uma escola em Los Angeles, Meghan disse que estava abalada com o racismo na América.

“Percebi que a única coisa errada a dizer é não dizer nada, porque a vida de George Floyd importava, a vida de Breonna Taylor importava, a vida de Philando Castile importava e a vida de Tamir Rice importava. E tantas outras pessoas cujos nomes conhecemos e cujos nomes não sabemos”, ressaltou Meghan.

Meghan Markle
Meghan Markle é de família afro-americana

A duquesa de Sussex pediu desculpas aos estudantes por eles terem crescido em um mundo onde o racismo ainda é presente.

Luta antiga

No final do ano passado, Meghan Markle estava prestes a ganhar Archie, seu primeiro filho com o príncipe Harry. Esperançosa de que, quando se tornasse mãe, o mundo aceitaria mais as pessoas, ela vestiu uma camiseta que dizia “Eu Não Defenderei o Racismo”. Ela falou abertamente sobre suas experiências com o preconceito racial.

Morte por asfixia

Uma autópsia independente feita pela família de Floyd mostra que o ex-segurança morreu por asfixia após ter o pescoço prensado pelo joelho de um policial branco.

Imagens da ação policial, que viralizaram nas redes sociais, mostraram Floyd algemado dizendo que não conseguia respirar. A frase “I can’t breath” (“Eu não consigo respirar”) tornou-se um dos símbolos das manifestações que se espalharam pelos EUA e pelo mundo.

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