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DF tem o melhor índice de respiradores por 100 mil habitantes, diz IBGE

Pesquisa realizada pelo órgão revela ainda que a rede de saúde local tem melhores índices de médicos e também de UTIs por habitante

atualizado 08/05/2020 18:49

Recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados de 2019, mostra que a rede pública de saúde local lidera outras localidades brasileiras com índice de 63 respiradores por 100 mil habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (42), São Paulo (39), Mato Grosso (38) e Espírito Santo (35).

Assim, o Distrito Federal apresenta o melhor índice de disponibilidade de respiradores mecânicos por habitante entre as unidades da Federação do país. O equipamento é fundamental para o tratamento do novo coronavírus,

Os estados localizados nas regiões Norte e Nordeste são os menos equipados: Amapá tem 10 respiradores para cada 100 mil habitantes, seguido do Piauí (13), Maranhão (13), Alagoas (15) e Acre (16).

Sobre disponibilidade de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), com base em números obtidos em 2019, os dados mostram que, na rede de saúde da capital federal, o índice foi de 30 leitos por 100 mil habitantes, atingindo a melhor colocação. O DF é seguido por Rio de Janeiro (25), Espírito Santo (20), São Paulo (19) e Paraná (18).

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Melhor índice de especialistas

No mesmo estudo, o Distrito Federal também também conta com a melhor distribuição de médicos do país, com 338 profissionais por 100 mil habitantes. Os dados são referentes ao ano de 2019.

Em seguida, vem São Paulo com 260 médicos na mesma comparação. Rio de Janeiro (248), Rio Grande do Sul (244) e Espírito Santo (223) fecham o grupo dos cinco estados com os melhores indicadores.

Por outro lado, os estados com menos médicos estavam concentrados no Norte e no Nordeste. O Maranhão e o Pará registraram 81 e 85 especialistas por 100 mil habitantes, respectivamente.

“O recomendável são 80 médicos generalistas por 100 mil habitantes. Entretanto, esse parâmetro é válido para uma situação de normalidade. Neste momento de pandemia, essa recomendação deve ser relativizada, pois a demanda pelo sistema de saúde é maior”, disse o coordenador de Geografia e Meio Ambiente do IBGE, Cláudio Stenner.

 

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