Desafio do Fusca Desafio do Fusca

O último a sair ganha o carro. Quem leva? Acompanhe ao vivo, conheça os participantes e fique por dentro de todas as notícias do maior reality show do DF

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*Caso algum dos participantes desista do Desafio do Fusca durante a enquete, seus resultados serão desconsiderados e o participante eliminado perderá a chance de usufruir dos prêmios.

Participantes

Movido por competições, o Desafio do Fusca é mais um alvo na vida de Gustavo. O ex-jogador de futebol está disposto a ficar no carro quanto tempo for preciso. “Falaram que eu não iria conseguir jogar bola. Eu fui lá e fiz. Estou aqui pelo desafio”, comenta o jovem de 23 anos, morador do Vale do Amanhecer. Ele acredita levar uma vantagem nessa história: como ele trabalha como motorista, está acostumado a longas horas dentro de um veículo. “Gosto de adrenalina. Sou apaixonado por carros antigos e não abro mão desse. Cheguei pronto para levar”, aposta.

Nem a faculdade pode parar Raphael. Mesmo em meio às aulas do curso de biologia, o competidor do Amapá decidiu entrar no reality. A maior motivação vem de casa: a mãe é apaixonada por Fuscas e está dando todo apoio para o filho. Raphael, de 20 anos, mostrou ter um temperamento calmo, desde que não o tirem do sério: “Não sou de brigar, mas sou de discutir”. O estudante, que reside no Cruzeiro, também se destaca nos relacionamentos com amigos, onde faz muito o papel de conselheiro, apesar da tenra idade. Raphael acredita que “não podemos deixar de ser quem realmente somos”.

Apesar de ter desistido da faculdade de relações internacionais, o paraibano Henrique não quer abandonar o Desafio do Fusca. A sua principal motivação vem de família: o irmão é fanático por carros antigos e quer começar uma coleção com o Fusca. Mesmo parecendo ser tranquilo, o participante de 24 anos tem momentos de estresse. “Sou calmo, mas, às vezes, sou grosseiro”. Embora se diga “tímido no início”, Henrique logo se solta e costuma tomar conta do espaço. Entre os lemas da vida, ele prega a liberdade nas escolhas e nos desejos.

Ao contrário do outros participantes, Mercês já disse logo: “Sou estressada, dou muita patada. Não gosto de mentiras e nem hipocrisia”. Namorando à distância, a administradora e moradora de Samambaia, garante que o namorado ficará 24 horas ligado no reality show para vigiá-la. Nascida em Minas, Mê (como prefere ser chamada) caminhava quatro quilômetros todos os dias para conseguir frequentar a escola, durante a infância. Ou seja, de resistência ela entende. Determinada, Mercês quer muito o Fusca para uso pessoal.

Após o falecimento do pai aos 11 anos, Andreza teve que ajudar a mãe a cuidar dos irmãos. Desde então, a participante ceilandense fez vários trabalhos para colaborar na renda de casa: panfletou pelas ruas da Zona Leste de São Paulo, foi empregada doméstica e até lavou túmulos em cemitérios da capital paulista. A conexão com carros é bem forte. Grávida aos 14 anos, quase deu à luz ao primogênito em um Fusca. “Se depender de mim, fico aqui até o Natal”. Hoje, aos 35 anos, ela trabalha como dona de casa e se orgulha da família.

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