Nove perfis para comemorar o Dia Internacional da Igualdade Feminina

Lembre o dia em que o voto das mulheres foi legalizado nos Estados Unidos e atualize sua lista de conteúdos com pegada feminista

atualizado 26/08/2018 19:50

iStock

Hoje, dia 26 de agosto, é o Dia Internacional da Igualdade Feminina. Em 1920, as mulheres norte-americanas votavam pela primeira vez, marcando uma vitória do movimento sufragista encabeçado pelas feministas da época.

Para comemorar, selecionamos alguns perfis imperdíveis sobre feminismo para seguir no YouTube e no Instagram.

Louie Ponto

Com mais de 430 mil seguidores, a YouTuber catarinense fala de forma leve sobre gênero, sexualidade, feminismo, gatos, filmes e outros assuntos.

Afros e Afins por Nátaly Neri

Focado em feminismo negro, o canal traz conteúdo sobre consumo de moda, maquiagem, cabelo e cultura DIY (o famoso “faça você mesmo).

 

Não Me Kahlo

Canal do Coletivo Não Me Kahlo, sobre estudos feministas, histórias e ações em prol dos direitos das mulheres.

 

Você é feminista e não sabe

Entrevistas com propostas de discussão inclusiva e política sobre feminismo.

 

Mulheres de Luta

Semanalmente, o canal publica vídeos com mulheres inspiradoras falando sobre suas experiências pessoais, profissionais e objetos de estudo.

 

Feminiismo

Conteúdo informativo sobre feminismo, maternidade real, política.

Se ame

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Filhas de Frida

Intervenção política, social, artística, literária e cultural são os temas principais desse projeto social independente.

Empodere duas Mulheres

Perfil do projeto que prega união, empoderamento e acolhimento de mulheres, sobre inseguranças, dificuldades, medos e vitórias femininas.

Por trás de uma mãe “guerreira” pode existir uma mulher sobrecarregada e exausta.

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As Mina na História

O perfil mostra histórias de mulheres que mudaram o mundo, para resgatar a memória e o protagonismo feminino.

Nascida em Taubaté, no dia 4 de feveireiro de 1885, é considerada a introdutora do impressionismo no Brasil. “Era sufragista e lutava pelo direito do voto da mulher”, descreveu seu neto João Lucilio de Albuquerque. Estudando artes desdos 15 anos, aos 17, ela confrontou o diretor o diretor da Escola de Belas Artes. “Ela tinha 17 anos quando pediu para um tio levar o primeiro quadro para ver se ela ia ser aceita na escola de Belas Artes. E o tio volta um mês depois dizendo, olha o seu quadro não foi aceito porque eles acharam que era bom demais para uma principiante e que isso deveria ser uma cópia. Ela volta para o Rio de Janeiro com o tio e consegue uma audiência com Henrique Bernadelli (diretor da instituição) e fala olha eu não sou copista, para provar isso eu vou pintar o seu retrato porque eu mereço entrar na escola de Belas Artes. E ela pintou o retrato dele e entrou na escola de Belas Artes”, conta Maria Beatriz de Albuquerque, neta de Georgina. Na Escola conheceu o artista Lucilio de Albuquerque, casou e por quem abandonou o primeiro ano do Curso na instituição, para se mudar para Europa, onde viveu por cinco anos. Em Paris, cursou a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts e se especializou no impressionismo, movimento artístico que preocupava-se com a luz e seus efeitos. Com dois filhos pequenos no período, nunca deixou de trabalhar. Pintava quadros constantemente. Em 1922, já no Brasil, fez a primeira pintura histórica realizada por uma mulher no país: o quadro “Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência” que hoje está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Após se dedicar ao magistério, em 1950 tornou-se a primeira mulher a ser diretora da Escola de Belas Artes. Ela modernizou o ensino, contratando artistas modernos para dar aula na Escola. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 29 de agosto de 1962.

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Livros

Reivindicação dos Direitos das Mulheres

Autora: Mary Wollstonecraft
Editora: Edipro
272 páginas

 

Empodere-se. 100 Desafios Feministas Para Reconhecer Sua Própria Força e Viver Melhor

Autora: Maynara Fanucci
Editora: Benvirá
240 páginas

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